O chamado joelho é um salgadinho tradicional no estado brasileiro do Rio de Janeiro.
Confeccionado com massa de pão recheada com presunto e queijo, é vendido em praticamente todas as padarias, pequenas lanchonetes e quiosques da cidade.
É um substituto comum das refeições quando as pessoas estão sem tempo ou dinheiro, sendo amplamente consumido em escolas.
É conhecido na cidade de Niterói como italiano, na de Teresópolis como nata e no Estado de São Paulo como mistinho. Em Angola e Portugal é conhecido como merenda-mista.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Quibe
Quibe (ou kibe; em árabe كبة ['kibbeh] ou ['kubbah]) é um prato típico do Oriente Médio que consiste em um bolinho de carne moída (eventualmente substituída por proteína de soja), temperada com ervas, que pode ser cru, cozido ou frito. O nome deriva de kubbeh que em árabe significa bola. É um prato muito popular e considerado o prato nacional no Líbano, Síria e Iraque. É também comum no norte da África, na Turquia, na península arábica e em parte do Cáucaso, como na Armênia. Imigrantes dessas regiões difundiram a receita para outras partes do mundo - em especial para o Brasil, onde se pode comer quibe em padarias, lanchonetes, restaurantes e bares.
No seu preparo mais comum consiste de uma massa de carne moída e trigo tabule, recheada originalmente com carne de carneiro e ervas. O formato, o tamanho e os ingredientes variam muito nos diferentes tipos de quibes. No Iraque existe um tipo de quibe onde a massa (crosta) é feita de arroz, chamado de Kubbat Halab. Também no Iraque, outro tipo de quibe é feito com a massa de carne e trigo, no formato arredondado e chato, chamado de Kubbat Mosul. Finalmente existe um tipo de quibe assírio/iraquiano, onde o quibe é misturado e depois cozido com tomates e temperos.
O quibe com a carne e a mistura de tabule, sem a massa (crosta), pode ser servido cru, chamado kibbe nayye, típico do Líbano, Síria e Iraque, acompanhado do licor de arak. No Líbano, o quibe cru servido num dia, é cozido para ser servido no dia seguinte.
Um acompanhamento tradicional do quibe é o tahine ou a coalhada (labneh).
Apesar de ser originário do Oriente Médio, é um prato popular na América do Sul, onde foi introduzido pelos imigrantes sírio-libaneses, oriundos do antigo Império Otomano.
em armênio: kufteh
em castelhano (América Latina): kipe or quipe
em inglês: kibbe ou kibbeh
em turco: içli köfte
No seu preparo mais comum consiste de uma massa de carne moída e trigo tabule, recheada originalmente com carne de carneiro e ervas. O formato, o tamanho e os ingredientes variam muito nos diferentes tipos de quibes. No Iraque existe um tipo de quibe onde a massa (crosta) é feita de arroz, chamado de Kubbat Halab. Também no Iraque, outro tipo de quibe é feito com a massa de carne e trigo, no formato arredondado e chato, chamado de Kubbat Mosul. Finalmente existe um tipo de quibe assírio/iraquiano, onde o quibe é misturado e depois cozido com tomates e temperos.
O quibe com a carne e a mistura de tabule, sem a massa (crosta), pode ser servido cru, chamado kibbe nayye, típico do Líbano, Síria e Iraque, acompanhado do licor de arak. No Líbano, o quibe cru servido num dia, é cozido para ser servido no dia seguinte.
Um acompanhamento tradicional do quibe é o tahine ou a coalhada (labneh).
Apesar de ser originário do Oriente Médio, é um prato popular na América do Sul, onde foi introduzido pelos imigrantes sírio-libaneses, oriundos do antigo Império Otomano.
em armênio: kufteh
em castelhano (América Latina): kipe or quipe
em inglês: kibbe ou kibbeh
em turco: içli köfte
Pastel
Em culinária, chama-se pastel a forma de preparar alimentos utilizando massa de farinha a que se dá a forma de uma caixa ou envelope, que se recheia e depois se frita ou assa no forno.
Os pastéis são geralmente pequenos, ao contrário das tartes, empadões ou pastelões e podem ser doces, como o pastel de nata, ou salgados, como os pastéis de carne e queijo.
Existem variações no recheio do pastel, como o pastel de bacalhau (tradicional lanche vendido no Mercado Municipal de São Paulo) e o chamado especial, com carne moída e ovos, bem como em Portugal o famoso e tradicional pastel de Chaves ou o pastel de Belém em Lisboa.
É um alimento muito comum em feiras populares do Brasil, sendo que muitas pessoas consomem substituindo uma refeição. Às vezes também é acompanhado com um copo de caldo de cana ou água de coco.
Os pastéis são geralmente pequenos, ao contrário das tartes, empadões ou pastelões e podem ser doces, como o pastel de nata, ou salgados, como os pastéis de carne e queijo.
Existem variações no recheio do pastel, como o pastel de bacalhau (tradicional lanche vendido no Mercado Municipal de São Paulo) e o chamado especial, com carne moída e ovos, bem como em Portugal o famoso e tradicional pastel de Chaves ou o pastel de Belém em Lisboa.
É um alimento muito comum em feiras populares do Brasil, sendo que muitas pessoas consomem substituindo uma refeição. Às vezes também é acompanhado com um copo de caldo de cana ou água de coco.
Esfirra
Esfirra ou esfiha é uma pequena torta assada originária da Síria[1] e do Líbano,[2] e encontrada em outros países do Oriente Médio, como a Jordânia, Israel e Iraque, além do Brasil e Argentina, para onde foi levada por imigrantes árabes (sírio-libaneses) e tornou-se extremamente popular.
Existem diversas receitas de esfirra. A forma tradicional sempre é feita com massa de pão, assada no forno, com recheios que podem ser de carne bovina, carne de carneiro, queijo, coalhada ou verduras temperadas.
Existem diversas receitas de esfirra. A forma tradicional sempre é feita com massa de pão, assada no forno, com recheios que podem ser de carne bovina, carne de carneiro, queijo, coalhada ou verduras temperadas.
Empada
A empada ou empadinha é uma espécie de salgado popular no Brasil e em Portugal. De origem desconhecida, é encontrado em quase todos os lugares do mundo. Provavelmente, tem origem nos pastelões portugueses, que consistiam em grandes tortas salgadas, com recheios diversos, com forte influência medieval. No século XIX os pastelões pequenos eram conhecidos como empadas de caixa. Uma outra razão do sucesso das empadas e empadões, era de que serviam como refeições para os seguidores da Igreja Católica, nos dias de abstinência de consumo de carne de vaca ou suína. Em Portugal, as empadas de frango são hoje as mais populares, sendo possível encontrá-las na maior parte dos cafés e pastelarias, assim como adquiri-las em supermercados.
O salgado é feito de massa podre (massa preparada de farinha com gordura para assar), com recheios variados: carne, carne-seca, frango, requeijão (catupiry), camarão, palmito, entre outros.
A etimologia da palavra empada é uma simplificação para a palavra empanada (também usada no idioma espanhol), com origem no latim panis, que significa pão. O significado mais próximo seria de iguaria de massa com recheio de carne (normalmente), com fechamento (tampa) da própria massa. Nos Estados Unidos da América pode-se encontrar uma empada de frango, chamada chicken pie, e na Inglaterra encontra-se uma empada de frango e cogumelos,e a famosa Melton Mowbray Pie, recheada com carne de porco picada e colágeno.
Croquete
O croquete é um tipo de salgado ou acepipe recheado de carne desfiada, normalmente bovina, mas pode ser preparado com aves ou peixes. Muito popular no Brasil e em Portugal, de origem provavelmente holandesa[carece de fontes] é encontrado em suas variações em vários lugares do mundo. São encontradas receitas com carne moída, frango, camarão, bacalhau, sardinha, atum, salmão, entre outros. Também são encontradas variações com queijo e vegetais como aspargos, batata e cenoura.
História
O croquete, no original kroketten em alemão, ou croquette em inglês e francês, foi uma invenção holandesa, introduzida nos Países Baixos no começo do século XX pelo padeiro Kwekkeboom, holandês que viveu na França. Em 1909 ele chegou a receita de croquete recheado, adaptado dos bolinhos franceses que usavam todos os tipos de recheio. Kwekkeboom introduziu o novo croquete no seu país recheado com carne de boa qualidade. Com o tempo, o croquete tornou-se extremamente popular.[carece de fontes]
Croquetes em outros países
Bangladesh: similar ao alu-tikki indiano, o alu-chop é um croquete recheado de batatas servido como aperitivo. Além do recheio de batatas, também é encontrado um tipo feito de carne.
Brasil: são típicos os croquetes de carne, mas também são encontrados de frango e camarão.
Cuba: normalmente feitos com presunto, porco ou frango (ou mesmo um misto dos três anteriores).
Espanha: são típicos os croquetes de frango.
Filipinas: chamado de croqueta é um prato trazido com a colonização espanhola, a receita local do croquete é com recheio de purê de batatas, carne bovina ou de peixe picada.
Hungria: Krokett é um pequeno bolinho cilíndrico similar à receita tcheca.
Índia: pode-se encontrar um croquete chamado alu-tikki, norte. Algumas vezes é chamado de cutlet e é usado como variação de hambúrguer vegetariano em redes de fast-food.
Indonésia: o kroket é um item popular do cardápio local introduza durante a colonização holandesa.
Japão: uma variação do croquete é chamada de korokke. É bastante comum e pode ser preparado com batatas e outros vegetais (cebola ou cenoura), com uma pequena quantidade de carne suína ou bovina. A versão cilíndrica do korokke também é servida, neste caso com recheios típicos de caranguejo ou frango.
México: tipicamente são preparados com atum e batatas.
Portugal: tipicamente são preparados com carne bovina desfiada.
República Tcheca: o krokety é um pequeno bolinho feito com batatas, ovos, farinha e manteiga, fritas em óleo quente.
coxinha
A coxinha é um salgadinho brasileiro, também comum em Portugal, à base de massa feita com farinha de trigo e caldo de galinha, que envolve um recheio elaborado com carne temperada de frango.[1] Muito apreciado é o recheio de carne de frango cozido, desfiado e misturado com queijo cremoso, como o catupiry.
Modelada em formato de coxa de galinha é enfarinhada com farinha de rosca e frita em óleo quente.
A coxa creme é uma versão feita com uma coxa de frango inteira. Às vezes, é feita também com a sobre-coxa, envolta na massa básica.
A coxinha de frango é servida em lanchonetes, casas de café, lojas especializadas em salgadinhos, padarias e pastelarias. Em formatos pequenos, são servidas em festas e buffets.
Atualmente existem à venda, em supermercados e padarias, diversas marcas de coxinhas semi-prontas congeladas.
Oficialmente a história da cidade registra duas vindas do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina a Limeira. Essas visitas formais teriam ocorrido uma em agosto de 1876, e outra, a mais demorada, em outubro de 1886, quando, após participarem da Missa da Matriz e recepção domiciliar por parte de cidadãos ilustres, foram hóspedes na Fazenda Morro Azul. No entanto, contam os antigos que na informalidade era intenso o intercâmbio de habitantes desta região com a nobreza imperial. Existe, inclusive, um curioso relato, de difícil confirmação histórica, que na Fazenda Morro Azul vivia um menino, filho da Princesa Isabel e do Conde D’Eu, mantido longe da corte porque seria considerado deficiente mental. Essa criança exigia intensos cuidados na alimentação "Quando cismava em não comer" explicavam os antigos moradores "dava um trabalho danado! Por outro lado, se apreciava um alimento, não havia o que chegasse! Queria mais e mais! As coxas de galinha constituíam a sua predileção. O peito, as asas e os demais pedaços eram rejeitados e servidos as outras pessoas". A cozinheira da fazenda, certa vez, não tendo o número suficiente de frangos "no ponto" e prevendo a gritaria do menino pela falta de sua apreciada comida, resolveu transformar uma galinha inteira em coxas. Preparou a seu modo a receita e o sucesso foi total. O filho da Princesa gostou tanto que as "coxinhas de galinha" passaram a fazer parte de suas refeições. A Imperatriz, quando veio a Limeira quis saber tudo sobre seu neto e ao observar com que prazer o pequenino saboreava a iguaria, não resistiu - provou, gostou e solicitou que o modo de preparo fosse fornecido ao Mestre da cozinha imperial. Assim, a humilde coxinha de galinha teve seu tempo de nobreza pelo acesso à Corte, e Altos Salões, graças a esta receita "provada e aprovada por especial indicação de Sua Majestade Imperial, a Imperatriz Tereza Cristina".
Modelada em formato de coxa de galinha é enfarinhada com farinha de rosca e frita em óleo quente.
A coxa creme é uma versão feita com uma coxa de frango inteira. Às vezes, é feita também com a sobre-coxa, envolta na massa básica.
A coxinha de frango é servida em lanchonetes, casas de café, lojas especializadas em salgadinhos, padarias e pastelarias. Em formatos pequenos, são servidas em festas e buffets.
Atualmente existem à venda, em supermercados e padarias, diversas marcas de coxinhas semi-prontas congeladas.
Oficialmente a história da cidade registra duas vindas do Imperador Dom Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina a Limeira. Essas visitas formais teriam ocorrido uma em agosto de 1876, e outra, a mais demorada, em outubro de 1886, quando, após participarem da Missa da Matriz e recepção domiciliar por parte de cidadãos ilustres, foram hóspedes na Fazenda Morro Azul. No entanto, contam os antigos que na informalidade era intenso o intercâmbio de habitantes desta região com a nobreza imperial. Existe, inclusive, um curioso relato, de difícil confirmação histórica, que na Fazenda Morro Azul vivia um menino, filho da Princesa Isabel e do Conde D’Eu, mantido longe da corte porque seria considerado deficiente mental. Essa criança exigia intensos cuidados na alimentação "Quando cismava em não comer" explicavam os antigos moradores "dava um trabalho danado! Por outro lado, se apreciava um alimento, não havia o que chegasse! Queria mais e mais! As coxas de galinha constituíam a sua predileção. O peito, as asas e os demais pedaços eram rejeitados e servidos as outras pessoas". A cozinheira da fazenda, certa vez, não tendo o número suficiente de frangos "no ponto" e prevendo a gritaria do menino pela falta de sua apreciada comida, resolveu transformar uma galinha inteira em coxas. Preparou a seu modo a receita e o sucesso foi total. O filho da Princesa gostou tanto que as "coxinhas de galinha" passaram a fazer parte de suas refeições. A Imperatriz, quando veio a Limeira quis saber tudo sobre seu neto e ao observar com que prazer o pequenino saboreava a iguaria, não resistiu - provou, gostou e solicitou que o modo de preparo fosse fornecido ao Mestre da cozinha imperial. Assim, a humilde coxinha de galinha teve seu tempo de nobreza pelo acesso à Corte, e Altos Salões, graças a esta receita "provada e aprovada por especial indicação de Sua Majestade Imperial, a Imperatriz Tereza Cristina".
Assinar:
Postagens (Atom)





