segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
videos de cursos meus
Esse video foi em uma aula minha noguarabu ilha do governador
Turma maravilhosa espero que aparece muitas turmas assim
logo postarei os outros videos desda turma e de outras
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Brigadeiro (doce)
Brigadeiro (chamado de negrinho no Rio Grande do Sul) é um doce típico da culinária brasileira, criado na década de 1940.[1] É comum em todo o país e está presente em praticamente todas as festas de aniversário, junto com o cajuzinho e o beijinho.[1]
Os ingredientes do brigadeiro são leite condensado, chocolate em pó, manteiga e chocolate granulado para a cobertura.[1] Pode ser feito tanto no fogão quanto no forno de microondas.
O nome do doce é uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes[2], liberal, de físico avantajado e boa aparência. Nos anos de 1946 e 1950, o militar se candidatou à presidência da República pela UDN. O candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover sua candidatura.
O doce foi criado durante a primeira campanha do candidato à presidência, pela conservadora UDN, logo após a queda de Getúlio Vargas. A guloseima feita de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate tanto agradou que, numa das festas de campanha, foi feito o doce para arrecadar fundos. Há outras versões[3] bastante similares a essa sobre a origem do nome do doce: mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na candidatura de Gomes, faziam "negrinhos" que vendiam para ajudar o fundo de campanha; outros diziam que Heloísa Nabuco, de tradicional família carioca que apoiava o brigadeiro, criou um tipo de doce, ligeiramente diferente da versão atual, e o denominou com a patente do candidato preferido.
Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o "docinho do Brigadeiro". Com o tempo o nome de "brigadeiro" acabou sendo dado ao doce (mais tarde feito com leite condensado). Apesar do apoio recebido, a eleição foi vencida pelo então general Eurico Gaspar Dutra[4].
Os ingredientes do brigadeiro são leite condensado, chocolate em pó, manteiga e chocolate granulado para a cobertura.[1] Pode ser feito tanto no fogão quanto no forno de microondas.
O nome do doce é uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes[2], liberal, de físico avantajado e boa aparência. Nos anos de 1946 e 1950, o militar se candidatou à presidência da República pela UDN. O candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover sua candidatura.
O doce foi criado durante a primeira campanha do candidato à presidência, pela conservadora UDN, logo após a queda de Getúlio Vargas. A guloseima feita de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate tanto agradou que, numa das festas de campanha, foi feito o doce para arrecadar fundos. Há outras versões[3] bastante similares a essa sobre a origem do nome do doce: mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na candidatura de Gomes, faziam "negrinhos" que vendiam para ajudar o fundo de campanha; outros diziam que Heloísa Nabuco, de tradicional família carioca que apoiava o brigadeiro, criou um tipo de doce, ligeiramente diferente da versão atual, e o denominou com a patente do candidato preferido.
Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o "docinho do Brigadeiro". Com o tempo o nome de "brigadeiro" acabou sendo dado ao doce (mais tarde feito com leite condensado). Apesar do apoio recebido, a eleição foi vencida pelo então general Eurico Gaspar Dutra[4].
Sobremesa
sobremesa - ou, mais raramente, pospasto - é como usualmente se chama o complemento das refeições.
Na língua portuguesa, sobremesa decorre da construção morfológica de sobre + mesa, com sobre significando após, depois, aquilo que sucede e mesa significando a refeição principal que se consome à mesa. Portanto, sobremesa significa depois da mesa ou aquilo que sucede a refeição principal.[1]
Uma sobremesa pode ser uma fruta qualquer, mas também pode ser uma guloseima.
Costuma ser preparada com açúcar, assim apresentando paladar doce. É geralmente servida após a refeição salgada. Vários pratos feitos de diversas maneiras são considerados sobremesa, variando de acordo com a culinária, com os usos e os costumes de cada região.
Na língua portuguesa, sobremesa decorre da construção morfológica de sobre + mesa, com sobre significando após, depois, aquilo que sucede e mesa significando a refeição principal que se consome à mesa. Portanto, sobremesa significa depois da mesa ou aquilo que sucede a refeição principal.[1]
Uma sobremesa pode ser uma fruta qualquer, mas também pode ser uma guloseima.
Costuma ser preparada com açúcar, assim apresentando paladar doce. É geralmente servida após a refeição salgada. Vários pratos feitos de diversas maneiras são considerados sobremesa, variando de acordo com a culinária, com os usos e os costumes de cada região.
Geleia
A geleia (ou jelly, em língua inglesa, mas usada também no Brasil e em Moçambique) é um tipo de doce de fruta que não contém toda a polpa da fruta e tem um aspecto semitransparente e uma consistência gelatinosa, devida à pectina das frutas.
No Brasil, o termo geleia se usa para qualquer tipo de doce de fruta[1].
Tradicionalmente a geleia de frutas é feita cozendo os frutos, ou partes deles, com bastante líquido (água, sumo/suco de frutos ou vinho) e açúcar, e depois se coa, se tornando numa pasta quase transparente quando arrefece. Uma geleia tradicional em Portugal é feita com as cascas e caroços do marmelo, depois de usar a polpa para fazer marmelada[2].
Também se chamam geleias ou gelatinas (ou jellies) a sobremesas fabricadas com gelatina ou pectina, açúcar ou adoçante artificial, corantes e aromatizantes com sabor a frutas, fabricadas industrialmente. No sul do Brasil, um doce de frutas semelhante à geléia é chamado de Chimia.[3][4]
No Brasil, o termo geleia se usa para qualquer tipo de doce de fruta[1].
Tradicionalmente a geleia de frutas é feita cozendo os frutos, ou partes deles, com bastante líquido (água, sumo/suco de frutos ou vinho) e açúcar, e depois se coa, se tornando numa pasta quase transparente quando arrefece. Uma geleia tradicional em Portugal é feita com as cascas e caroços do marmelo, depois de usar a polpa para fazer marmelada[2].
Também se chamam geleias ou gelatinas (ou jellies) a sobremesas fabricadas com gelatina ou pectina, açúcar ou adoçante artificial, corantes e aromatizantes com sabor a frutas, fabricadas industrialmente. No sul do Brasil, um doce de frutas semelhante à geléia é chamado de Chimia.[3][4]
Biscoito
Biscoito (do latim biscoctu, que significa "cozido duas vezes") é um produto de doçaria confecionado à base de farinha, açúcar e um emulsionante, que pode ser leite ou uma gordura. O nome provém de um tipo de doce feito com pedaços de bolo que são novamente colocados no forno, para se tornarem mais crocantes, por sua baixa concentração de água e umidade nunca superior a 5% (a do leite em pó, por exemplo, é 3%), e também pela malha de glúten, em termos moleculares um polímero orgânico, cuja principal característica é a capacidade de retenção de gases.
História
O biscoito era a base alimentar das tripulações que se deslocavam nas naus dos descobrimentos portugueses durante os séculos XV e XVI, tanto para a Carreira da Índia, como para o Brasil. Consistia num pão de farinha de trigo, de forma achatada, cozido forno duas, três ou mais vezes, de modo a assegurar-lhes a durabilidade das suas qualidades alimentares durante muito tempo, deveria ser muito duro como haste de cornúpeto. Chegou a ser tal a procura de biscoito para aprovisionar as armadas dos navios que houve a necessidade de importá-los de Espanha. O padre Raphael Bluteau na sua obra “Vocabulário português e latino”, chama-lhe mesmo “pão do mar” ou pão náutico. Em 1498, a ração de biscoito, por cada tripulante era de 28 arráteis por mês (o arrátel equivale a 459 gramas) o que dá um pouco mais de 12 quilos, isto é, 428 gramas por dia. Na Índia, para substituir o trigo, fazia-se uma massa de “sagu”, substância farinácea extraída da parte central de algumas palmeiras e que podia conservar-se até vinte anos.
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