COOKIE DE BAUNILHA com nozes
Ingredientes:
- 200 g de manteiga sem sal
- 1 de xícara (chá) de açúcar
- 2 ovo
- 3 colheres(chá) de açúcar de baunilha
- 1 colher (sopa )de delipaste de baunilha
- 3 xícaras (chá) de farinha de trigo peneirada ( ou ate chegar ao ponto)
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- 1/2 colher (café) de sal
250gr de nozes chilenas trituradas
100gr de gotas de chocolate Belga ao leite
Modo de preparação:
Bata bem a manteiga com o açúcar, adicione as gemas até formar um creme liso. Junte a baunilha e continue a bater até misturar bem.
Junte também o sal, batendo sempre até que o creme fique bem liso e fofo. Desligue a batedeira. Peneire os ingredientes secos sobre o creme e misture, primeiro com uma espátula, depois com a mão adicione as gotas e as nozes e mexa bem , até formar uma massa compacta.
Com auxilio de duas colheres faça porções de 25gr e colocque em assadeira somente polvilhada com farinha de trigo leve a freezer durante 3 horas no minimo .
Depois desse tempo leve para assar em forno médio (180ºc), previamente aquecido, por cerca de 20 minutos.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
cavaca
Cavaca é um doce de origem portuguesa. Este doce nasceu nos velhos conventos de Portugal. A sua receita contém ovos, açúcar, farinha, óleo de girassol e baunilha.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
videos de cursos meus
Esse video foi em uma aula minha noguarabu ilha do governador
Turma maravilhosa espero que aparece muitas turmas assim
logo postarei os outros videos desda turma e de outras
Turma maravilhosa espero que aparece muitas turmas assim
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Brigadeiro (doce)
Brigadeiro (chamado de negrinho no Rio Grande do Sul) é um doce típico da culinária brasileira, criado na década de 1940.[1] É comum em todo o país e está presente em praticamente todas as festas de aniversário, junto com o cajuzinho e o beijinho.[1]
Os ingredientes do brigadeiro são leite condensado, chocolate em pó, manteiga e chocolate granulado para a cobertura.[1] Pode ser feito tanto no fogão quanto no forno de microondas.
O nome do doce é uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes[2], liberal, de físico avantajado e boa aparência. Nos anos de 1946 e 1950, o militar se candidatou à presidência da República pela UDN. O candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover sua candidatura.
O doce foi criado durante a primeira campanha do candidato à presidência, pela conservadora UDN, logo após a queda de Getúlio Vargas. A guloseima feita de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate tanto agradou que, numa das festas de campanha, foi feito o doce para arrecadar fundos. Há outras versões[3] bastante similares a essa sobre a origem do nome do doce: mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na candidatura de Gomes, faziam "negrinhos" que vendiam para ajudar o fundo de campanha; outros diziam que Heloísa Nabuco, de tradicional família carioca que apoiava o brigadeiro, criou um tipo de doce, ligeiramente diferente da versão atual, e o denominou com a patente do candidato preferido.
Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o "docinho do Brigadeiro". Com o tempo o nome de "brigadeiro" acabou sendo dado ao doce (mais tarde feito com leite condensado). Apesar do apoio recebido, a eleição foi vencida pelo então general Eurico Gaspar Dutra[4].
Os ingredientes do brigadeiro são leite condensado, chocolate em pó, manteiga e chocolate granulado para a cobertura.[1] Pode ser feito tanto no fogão quanto no forno de microondas.
O nome do doce é uma homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes[2], liberal, de físico avantajado e boa aparência. Nos anos de 1946 e 1950, o militar se candidatou à presidência da República pela UDN. O candidato conquistou um grupo de fãs do Pacaembu, bairro de São Paulo, que organizaram festas para promover sua candidatura.
O doce foi criado durante a primeira campanha do candidato à presidência, pela conservadora UDN, logo após a queda de Getúlio Vargas. A guloseima feita de leite, ovos, manteiga, açúcar e chocolate tanto agradou que, numa das festas de campanha, foi feito o doce para arrecadar fundos. Há outras versões[3] bastante similares a essa sobre a origem do nome do doce: mulheres do Rio de Janeiro, engajadas na candidatura de Gomes, faziam "negrinhos" que vendiam para ajudar o fundo de campanha; outros diziam que Heloísa Nabuco, de tradicional família carioca que apoiava o brigadeiro, criou um tipo de doce, ligeiramente diferente da versão atual, e o denominou com a patente do candidato preferido.
Como as festas dos correligionários e cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, estes logo começaram a chamar os amigos para irem comer o "docinho do Brigadeiro". Com o tempo o nome de "brigadeiro" acabou sendo dado ao doce (mais tarde feito com leite condensado). Apesar do apoio recebido, a eleição foi vencida pelo então general Eurico Gaspar Dutra[4].
Sobremesa
sobremesa - ou, mais raramente, pospasto - é como usualmente se chama o complemento das refeições.
Na língua portuguesa, sobremesa decorre da construção morfológica de sobre + mesa, com sobre significando após, depois, aquilo que sucede e mesa significando a refeição principal que se consome à mesa. Portanto, sobremesa significa depois da mesa ou aquilo que sucede a refeição principal.[1]
Uma sobremesa pode ser uma fruta qualquer, mas também pode ser uma guloseima.
Costuma ser preparada com açúcar, assim apresentando paladar doce. É geralmente servida após a refeição salgada. Vários pratos feitos de diversas maneiras são considerados sobremesa, variando de acordo com a culinária, com os usos e os costumes de cada região.
Na língua portuguesa, sobremesa decorre da construção morfológica de sobre + mesa, com sobre significando após, depois, aquilo que sucede e mesa significando a refeição principal que se consome à mesa. Portanto, sobremesa significa depois da mesa ou aquilo que sucede a refeição principal.[1]
Uma sobremesa pode ser uma fruta qualquer, mas também pode ser uma guloseima.
Costuma ser preparada com açúcar, assim apresentando paladar doce. É geralmente servida após a refeição salgada. Vários pratos feitos de diversas maneiras são considerados sobremesa, variando de acordo com a culinária, com os usos e os costumes de cada região.
Geleia
A geleia (ou jelly, em língua inglesa, mas usada também no Brasil e em Moçambique) é um tipo de doce de fruta que não contém toda a polpa da fruta e tem um aspecto semitransparente e uma consistência gelatinosa, devida à pectina das frutas.
No Brasil, o termo geleia se usa para qualquer tipo de doce de fruta[1].
Tradicionalmente a geleia de frutas é feita cozendo os frutos, ou partes deles, com bastante líquido (água, sumo/suco de frutos ou vinho) e açúcar, e depois se coa, se tornando numa pasta quase transparente quando arrefece. Uma geleia tradicional em Portugal é feita com as cascas e caroços do marmelo, depois de usar a polpa para fazer marmelada[2].
Também se chamam geleias ou gelatinas (ou jellies) a sobremesas fabricadas com gelatina ou pectina, açúcar ou adoçante artificial, corantes e aromatizantes com sabor a frutas, fabricadas industrialmente. No sul do Brasil, um doce de frutas semelhante à geléia é chamado de Chimia.[3][4]
No Brasil, o termo geleia se usa para qualquer tipo de doce de fruta[1].
Tradicionalmente a geleia de frutas é feita cozendo os frutos, ou partes deles, com bastante líquido (água, sumo/suco de frutos ou vinho) e açúcar, e depois se coa, se tornando numa pasta quase transparente quando arrefece. Uma geleia tradicional em Portugal é feita com as cascas e caroços do marmelo, depois de usar a polpa para fazer marmelada[2].
Também se chamam geleias ou gelatinas (ou jellies) a sobremesas fabricadas com gelatina ou pectina, açúcar ou adoçante artificial, corantes e aromatizantes com sabor a frutas, fabricadas industrialmente. No sul do Brasil, um doce de frutas semelhante à geléia é chamado de Chimia.[3][4]
Biscoito
Biscoito (do latim biscoctu, que significa "cozido duas vezes") é um produto de doçaria confecionado à base de farinha, açúcar e um emulsionante, que pode ser leite ou uma gordura. O nome provém de um tipo de doce feito com pedaços de bolo que são novamente colocados no forno, para se tornarem mais crocantes, por sua baixa concentração de água e umidade nunca superior a 5% (a do leite em pó, por exemplo, é 3%), e também pela malha de glúten, em termos moleculares um polímero orgânico, cuja principal característica é a capacidade de retenção de gases.
História
O biscoito era a base alimentar das tripulações que se deslocavam nas naus dos descobrimentos portugueses durante os séculos XV e XVI, tanto para a Carreira da Índia, como para o Brasil. Consistia num pão de farinha de trigo, de forma achatada, cozido forno duas, três ou mais vezes, de modo a assegurar-lhes a durabilidade das suas qualidades alimentares durante muito tempo, deveria ser muito duro como haste de cornúpeto. Chegou a ser tal a procura de biscoito para aprovisionar as armadas dos navios que houve a necessidade de importá-los de Espanha. O padre Raphael Bluteau na sua obra “Vocabulário português e latino”, chama-lhe mesmo “pão do mar” ou pão náutico. Em 1498, a ração de biscoito, por cada tripulante era de 28 arráteis por mês (o arrátel equivale a 459 gramas) o que dá um pouco mais de 12 quilos, isto é, 428 gramas por dia. Na Índia, para substituir o trigo, fazia-se uma massa de “sagu”, substância farinácea extraída da parte central de algumas palmeiras e que podia conservar-se até vinte anos.
Outros significados da palavra
- Em algumas regiões do Brasil, os biscoitos também são chamados de bolachas, principalmente quando têm forma plana ou achatada.
- Nos Açores, o termo biscoito designa os terrenos de brecha vulcânica e os campos de lava recente, dando nome à freguesia dos Biscoitos, na ilha Terceira, e a numerosos topônimos em quase todas as ilhas daquele arquipélago.
Bolo
O bolo é um alimento a base de massa de farinha, geralmente doce e cozido no forno. Os bolos são um dos componentes principais das festas, como as de aniversário e casamento, por vezes ornamentados artisticamente e ocupando o lugar central da mesa. No entanto, também são feitos para serem comidos em lanches ou no café-da-manhã.
Para além da farinha, que pode ser de trigo, milho, batata, maisena ou qualquer outra fécula e do adoçante (normalmente açúcar, mas pode ser um adoçante artificial, para os diabéticos poderem comê-lo), os bolos podem levar ainda um tipo de ingrediente aglutinante, geralmente ovos, mas que pode ser gluten ou amido, preferidos por alguns vegetarianos, uma gordura que pode ser manteiga, margarina ou óleo, puré de fruta e um líquido, que pode ser leite, água ou sumo de frutos. Na maior parte das vezes, a massa para bolos leva aromatizantes, como a casca de limão ralada e levedura ou fermento.
Muitas vezes, os bolos são decorados com uma cobertura, frutas secas ou cristalizadas, que podem ainda ser incluídas na massa e alguns ornamentos artificiais, que podem ou não ser comestíveis (os noivos de um bolo de casamento são muitas vezes de plástico, assim como as letras "Feliz aniversário" e as velas.
Os bolos podem ainda ser recheados com creme chantili, doce de leite, marshmallow, massa folhada ou outra guloseima[1].
Para além da farinha, que pode ser de trigo, milho, batata, maisena ou qualquer outra fécula e do adoçante (normalmente açúcar, mas pode ser um adoçante artificial, para os diabéticos poderem comê-lo), os bolos podem levar ainda um tipo de ingrediente aglutinante, geralmente ovos, mas que pode ser gluten ou amido, preferidos por alguns vegetarianos, uma gordura que pode ser manteiga, margarina ou óleo, puré de fruta e um líquido, que pode ser leite, água ou sumo de frutos. Na maior parte das vezes, a massa para bolos leva aromatizantes, como a casca de limão ralada e levedura ou fermento.
Muitas vezes, os bolos são decorados com uma cobertura, frutas secas ou cristalizadas, que podem ainda ser incluídas na massa e alguns ornamentos artificiais, que podem ou não ser comestíveis (os noivos de um bolo de casamento são muitas vezes de plástico, assim como as letras "Feliz aniversário" e as velas.
Os bolos podem ainda ser recheados com creme chantili, doce de leite, marshmallow, massa folhada ou outra guloseima[1].
História
Acredita-se que a elaboração de bolos exista desde o Egito Antigo na forma de pães adoçados com xarope de frutas, tâmaras, passas. Os antigos gregos e romanos o aperfeiçoaram, Nero, por exemplo, os apreciava. A real diferença entre pães e bolos só veio a ser caracterizada durante o Renascimento. A denominação teria vindo de bola e os bolos teriam formas associadas a lua, a cone.
O primeiro bolo alto, de andares, teria sido feito para o casamento de Catarina de Médici com Henrique II da França em 1533. Em 1568 na Alemanha, no casamento de Guilherme da Baviera com Renata de Lorena (França), o bolo tinha mais de 3 metros da altura e dele saiu Ferdinando da Áustria[2].No reinado da Rainha Vitória I do Reino Unido houve muitas festa com bolos de até 200 kg com 2 metros de altura.[3]
As velas usadas nos bolos de aniversário são originadas da Grécia Antiga, das festas de Ártemis no dia 6 de cada mês do Calendário egípcio. Evocavam rituais mágicos para fazer pedidos.
O primeiro bolo alto, de andares, teria sido feito para o casamento de Catarina de Médici com Henrique II da França em 1533. Em 1568 na Alemanha, no casamento de Guilherme da Baviera com Renata de Lorena (França), o bolo tinha mais de 3 metros da altura e dele saiu Ferdinando da Áustria[2].No reinado da Rainha Vitória I do Reino Unido houve muitas festa com bolos de até 200 kg com 2 metros de altura.[3]
As velas usadas nos bolos de aniversário são originadas da Grécia Antiga, das festas de Ártemis no dia 6 de cada mês do Calendário egípcio. Evocavam rituais mágicos para fazer pedidos.
confeitaria
A doçaria, pastelaria ou confeitaria é a especialidade da culinária que se ocupa dos alimentos doces.
Estes termos também indicam o conjunto de doces produzidos de forma tradicional em várias regiões, assim como o estabelecimento comercial onde estes se encontram à venda.
Cabem nesta categoria, muitas sub-categorias:
Estes termos também indicam o conjunto de doces produzidos de forma tradicional em várias regiões, assim como o estabelecimento comercial onde estes se encontram à venda.
Cabem nesta categoria, muitas sub-categorias:
- os bolos e tortas
- os bolinhos ou pastéis, doces e os biscoitos
- as conservas doces de frutas, como as geleias, as frutas cristalizadas
- os rebuçados ou balas, chupachupa ou picolés, caramelos e confeitos
- os chocolates
- os sorvetes, batidos e bolos gelados
- os doces feitos à base de leite
- os doces em que o ingrediente principal são frutos secos, como os nogás e a marzipan (ou maçapão)
Fast-food
Fast-food ("comida rápida" em inglês), (Em Portugal, se diz comida pronta) é o nome genérico dado ao consumo de refeições que podem ser preparadas e servidas em um intervalo pequeno de tempo. São comercializados desta maneira os sanduíches, pizzas e pastéis (no Brasil), entre outros. Aplica-se comumente à comida vendida em lojas pertencentes às grandes redes de alimentação. O mesmo alimento, que por vezes é vendido como refeição rápida, pode também ser consumido em restaurantes. O fast-food virou sinônimo de um estilo de vida estressante que vem sendo criticado desde o final do século XX. O principal movimento organizado de contraposição é chamado de slow food ("comida lenta"), e teve sua origem na Itália, no ano de 1986. Alimentos servidos nas ruas, por vendedores ambulantes, conhecida também como street food ("comida de rua") é uma prática que remonta à Antiguidade e tem presença em praticamente todas as regiões do mundo moderno e que pode ser considerada uma forma de fast-food.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Sanduíche
Sanduíche (do inglês sandwich), também chamado de sanduba (português brasileiro) ou sande ou sandes (português europeu), é um tipo de alimento que consiste em duas fatias de pão, entre as quais é colocada carne, queijo ou outro tipo de alimento. Também pode ser feito com um pão inteiro, geralmente de pequenas dimensões.
Os sanduíches são, habitualmente, consumidos ao lanche ou como uma refeição rápida, durante o almoço ou o jantar.
Conforme o historiador Edward Gibbon, seu nome teria se originado em 1762 a partir de John Montagu, quarto conde de Sandwich, aristocrata inglês do século XVIII, que tinha o hábito de comer pedaços de carne entre duas fatias de pão durante as suas intermináveis partidas de uíste.
Um dos seus parceiros de carteado, James Cook, deu o nome de Sandwich a ilhas do Oceano Pacífico descobertas por ele em 1778. Hoje, tais ilhas são chamadas de Havaí. Existem, no Oceano Atlântico, a sudeste da América do Sul, as desabitadas ilhas Sanduíches do Sul.[1]
Daí em diante, o sanduíche, nas suas mais diversas formas, se popularizou internacionalmente, especialmente em países como Inglaterra, Países Baixos, Alemanha, Itália (bruschetta, tramezzino, panino), Estados Unidos (cachorro-quente, hambúrguer) etc.
Lista de tipos de sanduíches
Americano - Apesar de algumas variações, é normalmente feito com os seguintes ingredientes: presunto, queijo, ovo, alface, tomate e maionese.
Beirute - Sanduíche feito tradicionalmente com pão sírio, rosbife, queijo, alface, tomate, ovo frito. De origem desconhecida, o pão especial, também chamado de pão sírio, foi trazido para São Paulo no início do século XX pelos imigrantes árabes.
Hambúrguer - O hambúrguer é uma espécie de bolinho achatado de carne moída, servido entre dois pães, formando um sanduíche. Pode ser acompanhado por condimentos e outros ingredientes também colocados dentro dos pães.
Cachorro quente - Sanduíche em que se coloca uma salsicha (vina) ou mais dentro de um longo pão sovado ou pão francês.
Caprese - Sanduíche de Focaccia com tomate, mozzarella e manjericão.
Cheeseburger ou x-burger: o tradicional hambúrger entre dois pães, acrescido de queijo. Apesar de alguns americanos terem vendido pães recheados com hambúrgueres e queijo na década de 1920, Louis Ballast, dono da lanchonete Humpty Dumpty, em Denver, no estado do Colorado, nos Estados Unidos registrou a patente do cheeseburger em 1935. No Brasil é chamado de X-burguer. A variação chamada de x-salada é o sanduíche feito de duas fatias de pão (de hambúrguer ou francês) com recheio de carne de hambúrguer, queijo, tomate e alface.
Misto-quente - Sanduíche feito de duas fatias de pão (de hambúrguer, francês ou de forma) com recheio de queijo e presunto. Quando aquecido na chapa, chama-se de misto-quente. O misto quando feito somente com queijo é chamado de queijo-quente. Quando servido frio, chama-se de misto-frio.
Sanduíche de Miga - Este sanduíche de pão de miga é típico da Argentina. Normalmente é feito com fatias finas de pão de miga (pão de forma) recheado com queijo e presunto.
Bauru - Os componentes de sua receita variam localmente; os aqui referidos são os originais, oficializados por uma lei (nº 4.314 de 24 de junho de 1998) da Câmara de Vereadores da cidade de Bauru (interior de São Paulo): pão francês, rosbife, tomate, picles de pepino e mussarela, condimentado com orégano e sal. Hoje o Bauru possui um programa de certificação, disponível no site oficial.
Bauru de carne - É um sanduíche que varia sua receita conforme a região; mas o básico feito na maioria das cidades do estado de São Paulo consiste de: pão francês, carne (filé, contra-filé, alcatra etc...) queijo mussarela, fatias de tomate, condimentado com molho de pimenta, ou não e sal. É muito apreciado e consumido na região central e norte do Estado.
Churrasco com queijo - Basicamente, pão francês, carne grelhada e queijo mussarela ou prato derretido.
Quiche lorraine
Embora atualmente a quiche seja um prato tradicional da culinária francesa, esta torta é originária da Alemanha, no Reino Medieval hoje em dia chamado de Lorraine. A palavra "quiche" vem do dialeto da região da Lorraine, "kuchen" que significa torta. Originalmente a quiche era uma torta aberta recheada com creme feito de leite e ovos acrescida de bacon defumado. Somente depois foi acrescentado o queijo e hoje em dia pode ser acrescida de todo o genero de ingredientes. A quiche lorraine é um prato da culinária francesa. É uma tradicional receita da Lorena, região ao nordeste da França. É uma torta de queijo salgada coberta com uma mistura de nata e ovos, toucinho (bacon) pimenta do reino e noz moscada. A quiche lorraine é normalmente servida quente como prato principal. Seu uso como entrada ou em coquetéis tem se tornado comum.
Pão de queijo
O pão de queijo é uma receita típica dos estados brasileiros de Minas Gerais e Goiás. A sua origem é incerta, especula-se que a receita exista desde o século XVIII em Minas Gerais, mas tornou-se efetivamente popular no Brasil a partir da década de 1950.
Ingredientes principais
Apesar de ser denominado como "pão", o pão-de-queijo, não utiliza fermento biológico ou químico, e consiste basicamente em um tipo de biscoito de polvilho azedo ou doce acrescido de ovos, sal, banha de porco, óleo vegetal e derivados de queijo de leite de vaca, de consistência macia e elástica.[1] Empresas brasileiras fabricam e exportam pães de queijo congelados para a Europa, América Latina, EUA, Japão,[2] entre outros lugares.
Há várias receitas diferentes, onde os ingredientes e o tipo do queijo variam muito - bem como o resultado final. Algumas usam polvilho doce, outras o azedo, ou mesmo ambos. Ma o que há dá a sua prinicpal caracterisitca é o de ser feito à base de polvilho de mandioca e algum tipo de queijo.
A gordura - banha de porco, óleo vegetal, manteiga ou margarina - funciona como um lubrificante molecular,[3] contribuindo para a textura elástica da massa.
O ovo contribui com a cor e seu sabor.[4]
O tipo de queijo varia de acordo com a preferência ou disponiblidade. Os mais utilizados são muçarela, parmesão, sendo os mais tradicionais o queijo minas curado e queijo minas padrão.[5] O queijo dá o sabor típico do pão de queijo, daí seu nome.
Existe tambem o pão de queijo escaldado, téncia de preparo que exige utilizar água fervente, as vezes misturada com óleo vegetal no polvilho. O pão de queijo escaldado tem um sabor mais próximo do natural, já que no processo de escaldamento a massa fica pré cozida.
Pão de queijo em outros países
Na Colômbia, um produto muito similar ao pão de queijo, exceto pelo formato mais tradicional (achatado), é o pan de bono ou pandebono. Assim como o pão de queijo, o pandebono possui textura esponjosa, de baixa densidade, e que endurece em pouco tempo, características que se atribuem ao polvilho azedo, conhecido no país como almidón de yuca fermentado e que é obtido em um processo idêntico ao empregado no Brasil. O Paraguai e a província argentina das Missiones também possuem uma variação do pão de queijo, chamada de chipá, nome que também é utilizado no estado de Mato Grosso do Sul. A diferença da chipá para o pão de queijo é seu formato em "U". No Equador, também existe o "pan de yuca", que é exatamente igual ao pão-de-queijo brasileiro, na textura, formato e sabor. No Equador, tornou-se hábito comer o "pan de yuca" acompanhado por um iogurte de frutas.
Ingredientes principais
Apesar de ser denominado como "pão", o pão-de-queijo, não utiliza fermento biológico ou químico, e consiste basicamente em um tipo de biscoito de polvilho azedo ou doce acrescido de ovos, sal, banha de porco, óleo vegetal e derivados de queijo de leite de vaca, de consistência macia e elástica.[1] Empresas brasileiras fabricam e exportam pães de queijo congelados para a Europa, América Latina, EUA, Japão,[2] entre outros lugares.
Há várias receitas diferentes, onde os ingredientes e o tipo do queijo variam muito - bem como o resultado final. Algumas usam polvilho doce, outras o azedo, ou mesmo ambos. Ma o que há dá a sua prinicpal caracterisitca é o de ser feito à base de polvilho de mandioca e algum tipo de queijo.
A gordura - banha de porco, óleo vegetal, manteiga ou margarina - funciona como um lubrificante molecular,[3] contribuindo para a textura elástica da massa.
O ovo contribui com a cor e seu sabor.[4]
O tipo de queijo varia de acordo com a preferência ou disponiblidade. Os mais utilizados são muçarela, parmesão, sendo os mais tradicionais o queijo minas curado e queijo minas padrão.[5] O queijo dá o sabor típico do pão de queijo, daí seu nome.
Existe tambem o pão de queijo escaldado, téncia de preparo que exige utilizar água fervente, as vezes misturada com óleo vegetal no polvilho. O pão de queijo escaldado tem um sabor mais próximo do natural, já que no processo de escaldamento a massa fica pré cozida.
Pão de queijo em outros países
Na Colômbia, um produto muito similar ao pão de queijo, exceto pelo formato mais tradicional (achatado), é o pan de bono ou pandebono. Assim como o pão de queijo, o pandebono possui textura esponjosa, de baixa densidade, e que endurece em pouco tempo, características que se atribuem ao polvilho azedo, conhecido no país como almidón de yuca fermentado e que é obtido em um processo idêntico ao empregado no Brasil. O Paraguai e a província argentina das Missiones também possuem uma variação do pão de queijo, chamada de chipá, nome que também é utilizado no estado de Mato Grosso do Sul. A diferença da chipá para o pão de queijo é seu formato em "U". No Equador, também existe o "pan de yuca", que é exatamente igual ao pão-de-queijo brasileiro, na textura, formato e sabor. No Equador, tornou-se hábito comer o "pan de yuca" acompanhado por um iogurte de frutas.
Croissant
Croissant é uma palavra francesa que significa crescente. Identifica um pão característico, de massa folhada em formato de meia-lua, feito de farinha, açúcar, sal, leite, fermento, manteiga e ovo para pincelar.
História
Sua origem é atribuída aos padeiros de Viena[1], onde era conhecido pelo nome de Kipferl desde o século XIII, sendo feito de tamanhos variados. [2]. Segundo a tradição, em 1683 (Batalha de Viena), enquanto trabalhavam à noite, estes ouviram o barulho que o inimigo otomano fazia ao cavar um túnel, e ao dar o alarme sobre o que estava acontecendo, conseguiram impedir o êxito do ataque. O formato em crescente seria alusivo à bandeira do Império Otomano. Os franceses ainda hoje chamam este tipo de pão amanteigado de viennoiserie’’.
Alguns pesquisadores atribuem sua invenção ao comerciante vienense de origem polaca Franz Georg Kolchitsky que vivia em Constantinopla. Esse homem conheceu o café nessa cidade em 1475 e, com cerca de 500 sacas do produto abandonadas pelos Turcos após derrota em batalha, abriu um "café" onde passou a servir a bebida. Aí, para acompanhar o café, inventou esse pão em formato de crescente[3].
Maria Antonieta, originária de Viena, introduziu e popularizou o croissant na França, a partir de 1770, onde hoje é um elemento tradicional do desjejum matinal com uma boa xícara de café com leite. Os nutricionistas recomendam moderação, no entanto, pois contém metade de seu peso em lipídios.
Características
O segredo do croissant está na massa, que deve ser semifolhada. A massa semifolhada possui menos gorduras, menos dobras e leva fermento biológico. As dobras são responsáveis pela separação da massa e das camadas de gordura que proporcionam a "folhagem" do croissant.
Um bom croissant deve ter um bom aspecto, como uma lua em quarto crescente, com uma crosta crocante e uma bela cor dourada. As pontas devem estar descoladas do meio, e o miolo deve ser alvo, aerado, e mostrar a consistência certa.
Os defeitos mais comuns são ser engordurado, pelo uso de manteiga de menor qualidade; massa com sabor muito doce por utilizar muito açúcar para mascarar ingredientes medíocres; cor sem uniformidade, por defeito do forno.
Massa folhada
Massa Folhada é uma massa leve, não fermentada, feita em várias camadas com copiosa adição de gorduras (normalmente margarina ou gordura vegetal), usado em doces e salgados. Tem sua origem provável no Egito, à época do Império Novo.
No Ocidente, seu uso teria sido desenvolvido em Roma, em 1635, pelo francês Claude Lorrain, que trabalhou como cozinheiro, antes de se tornar um pintor célebre.[1] Mas, segundo outras fontes, já em 1525, um decreto do Conselho de Veneza, citava claramente a pasta sfoglia.[2]
No Ocidente, seu uso teria sido desenvolvido em Roma, em 1635, pelo francês Claude Lorrain, que trabalhou como cozinheiro, antes de se tornar um pintor célebre.[1] Mas, segundo outras fontes, já em 1525, um decreto do Conselho de Veneza, citava claramente a pasta sfoglia.[2]
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